Findes prevê crescimento de 4,5% para a indústria do ES até o fim do ano

Findes prevê crescimento de 4,5% para a indústria do ES até o fim do ano

A federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) prevê um crescimento de 4,5% da indústria do estado até o final de 2017. No acumulado do ano, até o mês de agosto, o crescimento foi de

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A federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) prevê um crescimento de 4,5% da indústria do estado até o final de 2017. No acumulado do ano, até o mês de agosto, o crescimento foi de 3,7%.
Nesta terça-feira (10), foram divulgados os dados da pesquisa industrial mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O acumulado do Espírito Santo até o mês de agosto é o melhor do país, com o estado empatando com Santa Catarina e atrás de Paraná (4,6%) e Pará (8,6%).
Segundo o presidente da Findes, Léo de Castro, outros acontecimentos devem influenciar em um resultado melhor até o final do ano.
“Estamos otimistas em relação ao último trimestre do ano. Um fator que pode influenciar no crescimento da indústria é o aumento da oferta de crédito, que pode ajudar mais para que a população possa consumir mais”, explicou.
Outros fatores também devem influenciar no crescimento previsto para a indústria, como a construção do novo aeroporto, até o final do ano, as novas linhas de transmissão de energia e o leilão de petróleo, no mês passado, além de um novo leilão, que deve acontecer até o final do mês.
Pesquisa mensal
O estado teve o maior crescimento no Brasil, segundo a Findes, de julho para agosto. A alta foi de 7,5%, o melhor índice na série mensal desde setembro de 2016, que na época teve alta de 8,6%.
O resultado foi puxado, principalmente, pelo aumento na área de produtos alimentícios, de 25,1%. Segundo Léo de Castro, o aumento se dá pela bom desempenho na produção de chocolates e massas.
Outros três setores também tiveram aumento: metalurgia, com 12,1%, indústria extrativa, com 6,8%, e celulose, com 0,4%. Um dos cinco segmentos teve resultado negativo, o de minerais não-metálicos, com -1,6%.
“Ainda é um momento de turbulência, mas já se pode falar em uma tendência positiva daqui para frente. Algumas indústrias já fazem investimentos pontuais. A solidez fiscal facilita o crescimento da economia do Espírito Santo”, explicou Léo de Castro.

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