São Paulo fecha 12 parques como medida de prevenção à febre amarela

São Paulo fecha 12 parques como medida de prevenção à febre amarela

A Cidade de São Paulo está mobilizada para se proteger da febre amarela. Portões fechados. Parques interditados. Já são 12 na região onde um macaco morreu contaminado com a febre amarela silvestre.

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A Cidade de São Paulo está mobilizada para se proteger da febre amarela.
Portões fechados. Parques interditados. Já são 12 na região onde um macaco morreu contaminado com a febre amarela silvestre. A prefeitura decidiu impedir a visita para evitar o risco de contaminação.
Além dos 12 que já estão fechados, a prefeitura recomenda que a população não frequente outros três pontos, como o Parque Sena, também na Zona Norte. Ele parece uma grande praça, que vai acompanhando a rua. Ela não tem cerca nem portão. Não dá para fechar. Mas a recomendação agora é que os moradores não frequentem essas áreas.
O segurança Cícero Bezerra costuma ver macacos por ali. “Já vi vários, macaco, sagui, já vi vários”, conta.
A doméstica Marluce de Souza atravessou a rua quando chegou perto das árvores. Ela foi alertada do risco, pelo patrão. “Falou para eu ficar longe e ficar longe dos mosquitos”, disse.
Mas o segurança Manuel dos Santos estava fazendo ginástica na praça, tranquilo. “Desse aqui não estava sabendo não. É deixar liberar para poder frequentar de novo”, afirmou.
O número de postos de saúde que estão vacinando contra a febre amarela na cidade também aumentou, por causa das filas que viravam o quarteirão. Agora, são 37 postos.
O público alvo da vacinação são os moradores de regiões próximas a matas da Zona Norte de São Paulo.
“As pessoas não precisam correr porque tem vacina para todo mundo. Cada um vai receber, no momento em que for exposto ao risco. A vacina vai ser ofertada para as pessoas”, disse o coordenador de controle de doenças da Secretaria estadual de Saúde, Marcos Boulos

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