Três homens armados assaltam loja em Laranjeiras, Zona Sul do Rio

Três homens armados assaltam loja em Laranjeiras, Zona Sul do Rio

PM não recebeu informações sobre o ocorrido até esta noite. Moradores discutem a instalação de uma guarita de segurança em cruzamento do bairro

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Três homens armados em duas motos assaltaram um estabelecimento comercial na Rua das Laranjeiras na tarde desta quarta-feira (6), segundo lojistas. A Polícia Militar, no entanto, afirmou ainda não ter recebido nenhum chamado para o local até esta noite.

Segundo lojistas de estabelecimentos próximos, a ação foi por volta das 17h20 e os suspeitos aparentavam ser menores de idade. Ainda de acordo com testemunhas, os assaltantes demoraram no máximo cinco minutos na loja e saíram levando mochilas, chinelos, tênis e roupas do estabeleciemento, que vende vestuário e equipamentos de surf.

Um funcionário de um estabelecimento próximo que preferiu não se identificar contou que os homens foram agressivos e tentaram assaltar a loja em que ele trabalhava. Ele disse também que muitas pessoas buscaram abrigo dentro do local.

"O que mais me impressionou foi a ousadia. Tem várias escolas aqui perto e estava próximo do horário de saída das crianças. Até agora a polícia não apareceu. É revoltante isso", afirmou.

Instalação de guarita divide moradores

Mais de cem moradores de Laranjeiras se reuniram na noite desta terça-feira (5) para discutir instalação de guarita em um cruzamento do bairro. Segundo informações do jornal O Globo, a guarita era instalada na noite da segunda-feira (4) e ficou por algumas horas na esquina das ruas General Glicério, Professor Ortiz Monteiro e General Cristóvão Barcelos.

Convocada pelas redes sociais, a reunião teve discursos de moradores que, mesmo tendo sofrido assaltos nas proximidades, se posicionaram contra a instalação da guarita. Outras pessoas presentes questionaram a onda de violência na região, segundo o jornal.

Moradores relataram ao jornal que a empresa responsável pela guarita foi contratada por um sindico de um prédio da região. Também a reportagem, representantes da empresa alegavam que a cabine seria instalada com base num decreto do prefeito Marcelo Crivella determinando que, se 2/3 dos prédios da área resgaurdada pela guarita estiverem de acordo, a segurança privada seria permitida.

Os moradores, porém, afirmaram não terem sido consultados. No fim do encontro, o grupo decidiu organizar novas reuniões para debater e decidir sobre a instalação da guarita.

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